Quatorze quebra em partes entre todas as coisas, prosseguir espionando a vida toda. Quando um amigo chegou lá em casa me mostrando o novo jogo que ele brincava na capital, eu fiquei absolutamente divertido, já que sentia que era uma coisa que mixava literatura, teatro e corre-corre. Estava me apresentando ao RPG. Foi a partir daí que eu larguei os consoles de video-game e me dediquei a construir aventuras. Foi a partir daí que comecei a ler bastante, e a escrever também. Tinha 14 anos. Era a questão de jogabilidade dos video-games que tinham se esgotado pra mim, moleque criado no teatro, não sentia mais interesse em explorar a imaginação pintada dentro de uma televisão. Gostava de erguer construções e histórias como eu queria, por meio de narrativas tradicionais, orais, explorar essa rica visualização. Como o prazer de ler um livro ou atuar no teatro. No entanto eu gostava de assistir meu irmão e meus primos passarem horas jogando os últimos jogos mais modernos que eram lançados pelo mercado japonês. Isso eu devia ter 17 anos. Me causava uma sonolência fantástica ouvir os disparos de shotguns ou a trilha sonora eletrônica dos jogos.
Tudo começou a voltar novamente, assistindo compenetrado aos quinze minutos disso aqui.