“Não há globalização sem virtualização. O teatro e a dança têm necessidade de apresentar o corpo. Então são as artes do corpo por excelência. É preciso preservá-las; se as deixarmos desaparecer na virtualização, se não preservarmos os corpos de atores e dançarinos, provaremos que as novas tecnologias são exterminadoras dos corpos, não apenas através do desemprego, da miséria, mas também da referência à corporalidade, isto é, à própria teatralidade.”
(Paul Virilio)

6 Outubro, 2009 às 3:20 am
E é por estar presente no corpo do ator a força do teatro que o ofício se faz diário, árduo. Um ator operário, um ator autor, um ator criador, um reator. Aquele que consegue explodir a si mesmo e manter-se presente, inteiro, contestador. Construtor na desconstrução ou desconstrutor na construção.
Um elo, uma centelha, uma explosão dionisíaca.
6 Outubro, 2009 às 4:17 am
Obrigado pela colaboração. :)